Inovação sustentável

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Inovação sustentável

Telefônica Open Future

Uma plataforma que ajuda a construir o futuro da inovação

Telefônica Open Future (TOF) é o programa global que engloba as iniciativas desenvolvidas pelo Grupo Telefônica no campo da inovação aberta e do empreendedorismo. Trata-se de um trabalho de prospecção e investimento em negócios, em busca de soluções inovadoras produzidas na sociedade, no mercado e na academia, além da criação de parcerias com instituições públicas e privadas para a geração de valor compartilhado.

No Brasil, o programa TOF possui cinco iniciativas que visam impulsionar novos talentos, desenvolver startups e investir em soluções inovadoras. Desde o início da Telefônica Open Future, já investimos em 800 empresas. No Brasil foram 71.

A primeira iniciativa da plataforma é o projeto Pense Grande, conduzido pela Fundação Telefônica e voltado para incentivar o empreendedorismo nas regiões menos favorecidas.

Já os Crowds são parcerias com universidades ou instituições promotoras do empreendedorismo para a pré-aceleração de empresas, ou seja, para estimular potenciais empreendedores a tirarem suas ideias do papel. Com esse objetivo, aplicamos nossa metodologia de desenvolvimento de empresas nas soluções desenvolvidas em centros de inovação e incubadoras, abrindo espaço para que boas ideias possam dar origem a startups.

No Brasil, temos seis espaços de Crowds:

Vale da Eletrônica, em parceria com o Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), de Santa Rita do Sapucaí (MG), e a Ericsson.

Crowd Londrina, em conjunto com a UEL (Universidade Estadual de Londrina) e o Sebrae Paraná.

Hotmilk PUCPR, em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e a aceleradora Hotmilk.

Crowd Rio, desenvolvido com a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Crowd Facens Sorocaba, em parceria com o FACE — Centro de Empreendedorismo da Facens (Faculdade de Engenharia de Sorocaba), em Sorocaba (SP).

Campinas Open Future, com o InovaUnicamp, a agência de inovação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), e o CPQD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações).

A terceira iniciativa é a Wayra, que é a primeira iniciativa do programa a investir financeiramente nas empresas em troca de participação minoritária. Para isso, as startups precisam estar em um estágio de desenvolvimento um pouco mais avançado, com produto já desenvolvido e, preferencialmente, com primeiros clientes pagantes (saiba mais sobre a Wayra).

Por fim, contamos com fundos de investimentos para empresas com crescimento mais acelerado:

Telefônica Ventures, que investe em empresas que representam uma oportunidade estratégica para a Telefônica.

Fundo Amerigo, que investe em fundos de investimento de risco profissionais na Europa e América Latina, que por sua vez investem em startups.

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