Meio Ambiente

Negócio Responsável

Meio Ambiente

Construções Sustentáveis

A base dos nossos edifícios é a responsabilidade ambiental

Na Vivo, o compromisso com as práticas sustentáveis vai além de medidas como a coleta seletiva de lixo ou o reúso da água. Com as novas tecnologias aplicadas também na engenharia e na arquitetura, são cada vez maiores os investimentos na construção de edifícios-sede que reduzem os impactos ambientais.

Um exemplo de prédio sustentável é o principal data center da Vivo, localizado em Tamboré, São Paulo. Ele foi o 1º da categoria na América Latina a receber a certificação internacional Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), conferido apenas aos empreendimentos que conseguem racionalizar o uso de recursos como energia e água.

Além da utilização de madeiras certificadas e do sistema de captação da água de chuva, o edifício possui telhas brancas e pisos claros no estacionamento, que reduzem a absorção do calor, proporcionando uma diminuição de 40% no consumo de energia. E tudo com a segurança que um data center exige, atestado por outra certificação, a Tier Operational Sustainability Gold, que classifica o grau de excelência da operação em ambientes críticos, avaliando sua sustentabilidade e confiabilidade. O resultado foi que a construção da Vivo recebeu uma das maiores pontuações já alcançadas.

Outra unidade da Vivo, o edifício Corporate Jardim Botânico, em Curitiba (PR), também foi certificado com o LEED Gold de sustentabilidade ambiental. Já o Eco Berrini, edifício-sede da companhia em São Paulo, garantiu o LEED Platinum — a certificação mais importante em construção sustentável — ao possibilitar uma economia de 30% de energia e 40% de água, se comparado a infraestruturas tradicionais. Entre os diferenciais que colaboram para esses resultados está o sistema de tratamento e aproveitamento de águas pluviais para irrigação e abastecimento de vasos sanitários e torres de resfriamento do sistema de ar condicionado, além das lâmpadas reguladas de acordo com a luz natural.

Ainda com relação à sustentabilidade de nossas infraestruturas prediais, monitoramos, também, a emissão de gases que destroem a camada de ozônio. Na refrigeração de nossas plantas, onde estão disponíveis equipamentos que mantém as nossas operações fixas e móveis, bem como em nossas operações administrativas, consumimos, em 2017, 34.532,18 kg de Clorodifluorometano – o gás R-22, proveniente da utilização de ar-condicionado. Esse total corresponde à 62.503,246 toneladas CO2e, cerca de 30% de nossas emissões totais dos escopos 1 e 2 em 2017.